Sindhotéis cobra da prefeitura medidas para conter nova onda de demissões na hotelaria e gastronomia

 

A omissão dos governos diante da crise sem procedentes provocada pela pandemia da covid-19 está matando as duas principais atividades econômicas de Foz do Iguaçu. Sem apoio dos governantes, meios de hospedagem e gastronômicos entraram em colapso econômico, sendo obrigados a retomar as demissões em massa de trabalhadores e a fechar as portas em definitivo.

O cenário é desolador. A situação já foi crítica no ano passado, quando o município amargou saldo negativo de 4.501 postos de trabalho considerando todas as atividades, como alojamento e alimentação; transporte, armazenagem e comércio; indústria e construção; agropecuária e informação, e correlatas. Foram 22.833 admissões contra 27.334 demissões no geral.

Do total de 4.501 postos de trabalho fechados em todo o mercado formal, a maioria atingiu em cheio a hospedagem e alimentação. Somente esses dois segmentos totalizaram 2.790 vagas extintas no ano passado (3.392 admissões contra 6.182 demissões). Um retrato nefasto evidenciado pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e que deve piorar neste ano.

 

 

Assessoria

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