Diretor da Itaipu esclarece sobre venda de casas das Vilas A e B

O diretor administrativo da Itaipu, almirante Paulo Roberto da Silva Xavier, vai detalhar nesta sexta-feira (02) o processo de vendas das casas pertencentes a empresa nas Vilas A e B, na região Norte de Foz do Iguaçu. Xavier vai receber a imprensa, para informar e tirar dúvidas do procedimento a partir das 10h no Centro Executivo da binacional, localizado na Avenida Silvio Américo Sasdelli, 800.

Os imóveis foram construídos entre 1975 e 1978, para abrigar técnicos, engenheiros e trabalhadores que vieram para a região trabalhar na construção da barragem da Itaipu. A empresa construiu mais de nove mil moradias nas margens brasileiras e paraguaia da usina.

“Essas casas já cumpriram a função para a qual foram construídas e esse patrimônio não é mais necessário para a empresa”, diz comunicado da binacional. Por isso, aos poucos, os imóvies vem sendo alienados, “mas ainda há muitos pertencentes à Itaipu”, ressalta a nota.

Na margem brasileira, desde 2004 até agora, já foram alienados 1.313 imóveis residenciais localizados nos conjuntos habitacionais A e B. Ainda restam 993 imóveis para alienação.

 

Procedimento

Em março deste ano a Itaipu iniciou uma nova etapa de desmobilização com a aprovação interna de um leilão de 17 imóveis desocupados. Em seguida a decisão foi comunicada à Eletrobras (no Brasil) e à Ande (Administración Nacional de Electricidad, no Paraguai), para a emissão de parecer.

Conforme o Tratado de Itaipu, toda alienação de bens da empresa requer autorização das duas estatais. A Itaipu aguarda essa autorização para publicar o edital deste primeiro lote. A expectativa é que isso aconteça até o fim deste ano. O leilão dos imóveis ocupados deverá ocorrer somente após este primeiro leilão, que tem como objeto apenas os imóveis desocupados.

Durante a coletiva de imprensa nesta sexta-feira (2), o diretor Administrativo, almirante Paulo Xavier, poderá informar e tirar todas as dúvidas relacionadas a esta nova etapa de desmobilização das casas ainda pertencentes à empresa na margem brasileira.

 

 

 

 

Gdia

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